{"id":607,"date":"2018-06-12T09:15:53","date_gmt":"2018-06-12T12:15:53","guid":{"rendered":"http:\/\/igrejapequena.com.br\/blog\/?p=607"},"modified":"2018-06-12T09:15:53","modified_gmt":"2018-06-12T12:15:53","slug":"perdendo-a-vez","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/igrejapequena.com.br\/blog\/perdendo-a-vez\/","title":{"rendered":"Perdendo a vez"},"content":{"rendered":"<p>Dizem que se colocamos um sapo em\u00a0<span class=\"googie_link\">\u00e1gua<\/span>\u00a0fria e aos poucos vamos aquecendo ela, ele morre fervido sem sequer perceber o que est\u00e1 acontecendo. N\u00e3o fui atr\u00e1s da veracidade cient\u00edfica disto mas &#8211; como em tantas outras situa\u00e7\u00f5es &#8211; pegarei apenas o conceito popular bem conhecido para tratar de coisas mais profundas. Um outro dia vemos se \u00e9 verdade ou n\u00e3o que os\u00a0<span class=\"googie_link\">batr\u00e1quios<\/span>\u00a0morrem fervidos aos poucos sem perceber.<\/p>\n<p>O fato \u00e9 que a igreja (n\u00e3o a sua congrega\u00e7\u00e3o local apenas, mas todas e cada uma das congrega\u00e7\u00f5es crist\u00e3s locais) se est\u00e1 desfazendo. Em um sentido isso \u00e9 bom porque houve uma tentativa de reconstru\u00e7\u00e3o ao longo dos\u00a0<span class=\"googie_link\">\u00faltimos<\/span>\u00a0quinhentos anos de um certo &#8220;<span class=\"googie_link\">catedralicismo<\/span>&#8221; evang\u00e9lico na tentativa de emular\u00a0<span class=\"googie_link\">inconscientemente<\/span>\u00a0(ou n\u00e3o) o lugar do qual\u00a0<span class=\"googie_link\">sa\u00edmos<\/span>.<\/p>\n<p>Todavia, h\u00e1 um outro sentido que \u00e9 preocupante. B\u00e1sicamente a igreja n\u00e3o mais se congrega. Ela pode at\u00e9 se juntar de vez em tanto&#8230; uma vez por semana, uma vez por m\u00eas&#8230; mas n\u00e3o se congrega. Os processos evolutivos\u00a0<span class=\"googie_link\">volitivos<\/span>\u00a0s\u00e3o deixados de lado por uma busca de certa &#8220;<span class=\"googie_link\">espontaneidade<\/span>&#8221; que nada mais \u00e9 do que uma fina camada de verniz sob a qual se esconde uma\u00a0<span class=\"googie_link\">procrastina\u00e7\u00e3o<\/span>\u00a0generalizada e &#8211; vista de certa\u00a0<span class=\"googie_link\">dist\u00e2ncia<\/span>\u00a0at\u00e9 poderiamos falar de uma &#8220;<span class=\"googie_link\">procrastina\u00e7\u00e3o<\/span>\u00a0<span class=\"googie_link\">harm\u00f4nica<\/span>&#8221; j\u00e1 que a mesma atinge todos e cada um dos nichos evang\u00e9licos.<\/p>\n<p>Em conjunto, consideramos o fato de congregar-se como limitador, castrador, desmotivador quando na realidade \u00e9 apenas no ato de congregar-se que o\u00a0<span class=\"googie_link\">disc\u00edpulo<\/span>\u00a0pode crescer. Obvio que n\u00e3o digo com isso que h\u00e1 momentos de estar sozinho ou de retiro ou de\u00a0<span class=\"googie_link\">reencontro<\/span>\u00a0com certas essencialidades\u00a0<span class=\"googie_link\">individuais<\/span>. Mas meu foco \u00e9 o desleixo com o que tratamos o ato da congrega\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Para alguns, congregar-se \u00e9 ir no culto de domingo \u00e0 noite. Para falar a verdade, acho que a maior parte das pessoas &#8211; se consultadas &#8211; falariam que se congregar-se trata-se disso. Para quem n\u00e3o se congrega, para quem n\u00e3o participa ativamente da constru\u00e7\u00e3o da identidade local, sair do sof\u00e1 e ir a um culto domingo \u00e0 noite, realmente \u00e9 um avan\u00e7o. S\u00f3 que a vida crist\u00e3 n\u00e3o tem a ver com\u00a0<span class=\"googie_link\">micro-avan\u00e7os<\/span>\u00a0e sim com uma mudan\u00e7a na raiz da vida, isto \u00e9, na forma de pensar, de ser.<\/p>\n<p>H\u00e1 uma ideia que parece boa permeando as nossas congrega\u00e7\u00f5es: somos todos parte da mesma e \u00fanica igreja. Se bem isso \u00e9 uma verdade\u00a0<span class=\"googie_link\">teol\u00f3gica<\/span>\u00a0visceral, ela apenas dissimula nosso completo desleixo com a constru\u00e7\u00e3o da\u00a0<span class=\"googie_link\">identidade<\/span>\u00a0particular. O equivalente \u00e9 mais ou menos como dizer que somos todos seres humanos e por isso n\u00e3o h\u00e1 necessidade de construirmos\u00a0<span class=\"googie_link\">fam\u00edlias<\/span>.<\/p>\n<p>Tenho convivido com tr\u00eas meios evang\u00e9licos diversos e conhe\u00e7o mais tr\u00eas de forma indireta (por meio de amigos, conhecidos etc). De primeira m\u00e3o conhe\u00e7o os batistas, os presbiterianos e os pentecostais. Indiretamente conhe\u00e7o os menonitas, os irm\u00e3os livres e os metodistas e um grupo\u00a0<span class=\"googie_link\">neo-pentecostal<\/span>. Tirando os\u00a0<span class=\"googie_link\">neo-pentecostais<\/span>\u00a0da equa\u00e7\u00e3o (por conta de ser o foco apenas a prosperidade financeira\/emocional\/terrena da pessoa) os outros grupos me merecem especial aten\u00e7\u00e3o porque &#8211; observando-os &#8211; vejo uma degrada\u00e7\u00e3o paulatina, lenta e constante do tecido evang\u00e9lico.<\/p>\n<p>Todos os meios s\u00e9rios de constru\u00e7\u00e3o da identidade evang\u00e9lica local enfrentam o mesmo problema: o povo n\u00e3o mais se congrega, quando se congrega o faz simb\u00f3licamente e o s\u00edmbolo (o culto) \u00e9\u00a0<span class=\"googie_link\">esvaziado<\/span>\u00a0do seu prop\u00f3sito principal que \u00e9 apenas a exposi\u00e7\u00e3o da palavra de diferentes formas (prega\u00e7\u00e3o, louvor, adora\u00e7\u00e3o, esclarecimento do funcionamento local).<\/p>\n<p>Lembro que nos tempos do semin\u00e1rio a\u00a0<span class=\"googie_link\">gente<\/span>\u00a0debatia se o anuncio das atividades da igreja deveria ir antes ou depois da mensagem; no inicio, no meio ou no fim do culto. Temia-se naquela \u00e9poca &#8211; e com raz\u00e3o &#8211; cair no ativismo. Contudo, a igreja em funcionamento ao longo da semana \u00e9 uma necessidade fundamental dela. Ningu\u00e9m espera que voc\u00ea esteja presente a todos os cultos, seria mais ou menos como esperar que voc\u00ea engolisse o card\u00e1pio inteiro que um restaurante est\u00e1 oferecendo. Mas em lugar de mostrar as atividades da igreja como tal, o\u00a0<span class=\"googie_link\">p\u00eandulo<\/span>\u00a0tem-se movido ao extremo contr\u00e1rio, ao ponto de achar at\u00e9 pecaminoso\u00a0<span class=\"googie_link\">participar<\/span>\u00a0de alguma atividade da igreja fora do culto. O\u00a0<span class=\"googie_link\">equil\u00edbrio<\/span>\u00a0ent\u00e3o &#8211; para mim &#8211; est\u00e1 em entender que se trata apenas de um card\u00e1pio e que \u00e9 responsabilidade do membro (sim do membro e n\u00e3o do pastor) manter uma alimenta\u00e7\u00e3o espiritual saud\u00e1vel. Quase com certeza no seu estomago o\u00a0<span class=\"googie_link\">Strogonoff<\/span>\u00a0ganha de uma boa salada de br\u00f3colis com chuchu sem sal. Mas \u00e9 quase uma certeza que um culto de domingo com uma boa equipe de louvor, um banco aconchegante, uma boa ilumina\u00e7\u00e3o, um ar condicionado e uma prega\u00e7\u00e3o suave ganham de 1000 a 1 do evangelismo na rua, da ajuda social, ou do minist\u00e9rio de ora\u00e7\u00e3o da igreja.<\/p>\n<p>Aos poucos, a igreja local vai se desconstruindo. Lastreado num conceito teol\u00f3gico bom (somos todos parte de uma mesma, \u00fanica e grande igreja)\u00a0<span class=\"googie_link\">transvestimos<\/span>\u00a0nossa incapacidade chamando-a de liberdade e &#8211; como pastores &#8211; abandomanos o posto, jogamos a culpa nos membros, na institui\u00e7\u00e3o, no momento e a coisa toda degringola.<\/p>\n<p>Neste inicio do s\u00e9culo XXI h\u00e1 necessidade sim de refor\u00e7ar as identidades locais. O &#8220;neoliberalismo&#8221;\u00a0<span class=\"googie_link\">teol\u00f3gico<\/span>\u00a0apenas ajuda para ir tornando a \u00e1gua fria em \u00e1gua morna e matando\u00a0<span class=\"googie_link\">-aos<\/span>\u00a0<span class=\"googie_link\">poucos-<\/span>\u00a0a vitalidade da igreja. Ai a pergunta do poeta se torna bem oportuna &#8220;Como pode um peixe vivo, viver fora\u00a0<span class=\"googie_link\">d&#8217;agua<\/span>\u00a0<span class=\"googie_link\">fria?<\/span>&#8221;<\/p>\n<p>Minha m\u00e3e &#8211; forjada no discipulado de um pastor russo que escapou da imbecilidade bolchevique &#8211; \u00e9 da opini\u00e3o que a igreja apenas pode florecer sob press\u00e3o. Que n\u00e3o h\u00e1 nada que substitua uma persegui\u00e7\u00e3o para &#8211; ao final das contas &#8211; revelar a verdadeira igreja. Pelo que entendo os\u00a0<span class=\"googie_link\">diamantes<\/span>\u00a0s\u00e3o feitos assim tamb\u00e9m: carv\u00e3o sob alta press\u00e3o.<\/p>\n<p>Congregar-se, ent\u00e3o, \u00e9 para mim uma quest\u00e3o de vitalidade. Ou a igreja local tem vida e se congrega ou ela apenas \u00e9 um simulacro de igreja. N\u00e3o pode ser que a igreja do s\u00e9culo XIX tenha-se tornado t\u00e3o cega, surda e muda e que apenas almeje uma boa prega\u00e7\u00e3o. N\u00e3o pode ser que os pastores tenham perdido tanto assim o foco que n\u00e3o mais chorem, sofram e vivenciem dores de parto pela forma\u00e7\u00e3o da identidade do Cristo na igreja local. Ou vai me dizer que um reflexo da luz &#8211; mesmo n\u00e3o sendo a luz completa &#8211; n\u00e3o deveria de se parecer com a\u00a0<span class=\"googie_link\">luz?<\/span>\u00a0\u00c9 obvio que sim! A igreja local do Cristo vivo deve &#8211; de mais de uma forma &#8211; refletir Ele e apenas Ele. Este &#8220;deve&#8221; aqui n\u00e3o se trata de a\u00e7\u00f5es compuls\u00f3rias imposta por uma c\u00faria que quer se evadir das suas responsabilidades pessoais mas sim de demonstra\u00e7\u00e3o da essencialidade vital da congrega\u00e7\u00e3o local.<\/p>\n<p>Por outro lado, a vida \u00e9 sofrimento. Sem crise n\u00e3o h\u00e1 mudan\u00e7a. Sem sofrimento n\u00e3o h\u00e1 vida porque sem sofrimento n\u00e3o h\u00e1 escolhas apenas porque &#8220;em time que est\u00e1 ganhando, n\u00e3o se mexe&#8221; e &#8211; como n\u00e3o sabemos se uma decis\u00e3o nos leva \u00e0 vit\u00f3ria ou \u00e0 derrota, preferimos o marasmo do que o risco, a morte do que a vida. Congregar-se \u00e9 sofrer. \u00c9 arriscar-se a amar e n\u00e3o ser amado, a se entregar sem receber nada em troca, a se dedicar e sentir que \u00e9 o \u00fanico, a chamar e observar que quase\u00a0<span class=\"googie_link\">ningu\u00e9m<\/span>\u00a0responde, a conclamar e ver que quase ningu\u00e9m atende. Nada mais parecido com o chamado de Jesus. A ora\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Francisco resume assim &#8220;<a href=\"https:\/\/www.letras.mus.br\/vilma-dantas\/1195903\/\">\u00c9 perdoando que se \u00e9 perdoado e morrendo que se vive<\/a>&#8221; mas isso \u00e9 apenas um resumo parcial da <a href=\"https:\/\/www.bibliaonline.com.br\/acf\/mt\/16\/25\">ideia original<\/a>.<\/p>\n<p>Congregar-se \u00e9 responder afirmativamente ao chamado universal de Deus para os crist\u00e3os. E s\u00e3o apenas os crist\u00e3os que podem responder. O outro, o de fora, nem ouve o chamado, n\u00e3o se\u00a0<span class=\"googie_link\">inquieta<\/span>\u00a0com a coisa local, n\u00e3o sofre. O outro precisa primeiro passar pela Cruz, mas n\u00e3o pelo lado de baixo, pela frente ou pela parte de\u00a0<span class=\"googie_link\">tr\u00e1s<\/span>\u00a0da cruz, precisa estar crucificado juntamente com Cristo&#8230; plenamente morto. Porque se Cristo morreu e ressurgiu, assim tamb\u00e9m a porta de entrada para a vida crist\u00e3, \u00e9 a cruz e nada mais do que a cruz. S\u00f3 assim que pode passar a enxergar a realidade de um mundo que se perde e de uma igreja local que cada vez mais opta (de forma\u00a0<span class=\"googie_link\">consciente<\/span>\u00a0ou n\u00e3o) por abandonar o seu posto.<\/p>\n<p>Voc\u00ea \u00e9 um membro de uma igreja local e n\u00e3o sente falta de\u00a0<span class=\"googie_link\">congregar-se?<\/span>\u00a0Acha que \u00e9 bobagem\u00a0<span class=\"googie_link\">institucional?<\/span><\/p>\n<p>Voc\u00ea pastoreia uma congrega\u00e7\u00e3o e n\u00e3o sente falta de mostrar na pr\u00e1tica (e n\u00e3o a esmo) como suas ovelhas podem servir congregando-se n\u00e3o sob desafios ou projetos mas sob o cajado do\u00a0<span class=\"googie_link\">Cristo?<\/span>\u00a0N\u00e3o consegue enxergar que as ovelhas precisam de\u00a0<span class=\"googie_link\">voc\u00ea?<\/span><\/p>\n<p>Bom, o \u00fanico caminho \u00e9 o da cruz (<a href=\"https:\/\/www.bibliaonline.com.br\/acf\/gl\/2\/20\">G\u00e1l.2:20<\/a>). Apenas naquela posi\u00e7\u00e3o (de bra\u00e7os abertos, impotente de abra\u00e7ar) e naquela altura (onde pode ver por cima de outras cabe\u00e7as mas os outros vem seu vexame intimo) e naquela condi\u00e7\u00e3o (de ir morrendo cada vez mais um pouco) \u00e9 que seus olhos espirituais podem ser abertos e se arrepender do seu pecado.<\/p>\n<p>Estamos morrendo aos poucos. Sem perceber. Sem querer. Pecando. Abandonando o posto.<\/p>\n<p><span class=\"googie_link\">Pr<\/span>.<span class=\"googie_link\">Esteban<\/span>\u00a0Daniel\u00a0<span class=\"googie_link\">Dortta<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dizem que se colocamos um sapo em\u00a0\u00e1gua\u00a0fria e aos poucos vamos aquecendo ela, ele morre fervido sem sequer perceber o que est\u00e1 acontecendo. 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