{"id":900,"date":"2022-04-10T11:44:29","date_gmt":"2022-04-10T14:44:29","guid":{"rendered":"https:\/\/igrejapequena.com.br\/blog\/?p=900"},"modified":"2022-04-10T11:52:35","modified_gmt":"2022-04-10T14:52:35","slug":"acolhida-transformadora","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/igrejapequena.com.br\/blog\/acolhida-transformadora\/","title":{"rendered":"Acolhida transformadora"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/mlr63ku2e7ti.i.optimole.com\/w:auto\/h:auto\/q:mauto\/ig:avif\/https:\/\/igrejapequena.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/F0019-TheSpiritofFreedom.jpeg\"><img data-opt-id=1254119488  fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/mlr63ku2e7ti.i.optimole.com\/w:1024\/h:683\/q:mauto\/ig:avif\/https:\/\/igrejapequena.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/F0019-TheSpiritofFreedom.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-903\" srcset=\"https:\/\/mlr63ku2e7ti.i.optimole.com\/w:1024\/h:683\/q:mauto\/ig:avif\/https:\/\/igrejapequena.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/F0019-TheSpiritofFreedom.jpeg 1024w, https:\/\/mlr63ku2e7ti.i.optimole.com\/w:300\/h:200\/q:mauto\/ig:avif\/https:\/\/igrejapequena.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/F0019-TheSpiritofFreedom.jpeg 300w, https:\/\/mlr63ku2e7ti.i.optimole.com\/w:768\/h:512\/q:mauto\/ig:avif\/https:\/\/igrejapequena.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/F0019-TheSpiritofFreedom.jpeg 768w, https:\/\/mlr63ku2e7ti.i.optimole.com\/w:1200\/h:800\/q:mauto\/ig:avif\/https:\/\/igrejapequena.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/F0019-TheSpiritofFreedom.jpeg 1200w\" sizes=\"(max-width: 604px) 100vw, 604px\" \/><\/a><figcaption>A liberdade com o conte\u00fado que o seu criador quer<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>&#8220;COMO \u00e9 poss\u00edvel que ele queira ser policial!?&#8221; bradou Ernesto, &#8220;Olha s\u00f3 o passado que ele tem&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele se estava referindo ao relato que estava sendo transmitido em que uma policial rodovi\u00e1ria federal contava sobre a vida de algu\u00e9m chamado Biel.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ela tinha conhecido Biel numa abordagem por roubo. Assaltante a m\u00e3o armada, violento, nada na vida do Biel parecia indicar que havia um bom car\u00e1ter ou alguma coisa assim que condissesse com a ideia persistente&nbsp; &#8221; quero ser policial&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Certo dia esta policial chamada Pamela encontra o Biel num carro que &#8211; obviamente &#8211; tinha sido roubado. &#8211; &#8220;N\u00e3o fui eu que roubei&#8221; disse Biel&nbsp; \u00e0 policial. Ela cumpriu com seu dever e o levou para a delegacia para atua-lo. N\u00e3o foi pouca a surpresa dela quando reparou que ele era bem conhecido naquela delegacia. O cora\u00e7\u00e3o dela (ou como ela mesmo disse: <em>&#8220;o cora\u00e7\u00e3o de m\u00e3e<\/em>&#8220;) se abalou. Como era poss\u00edvel que algu\u00e9m de t\u00e3o curta idade j\u00e1 fosse t\u00e3o conhecido numa delegacia?<\/p>\n\n\n\n<p>Sob a premissa de &#8220;<em>alguma coisa devo fazer por ele<\/em>&#8221; come\u00e7ou a buscar um jeito de ajudar o Biel a se endireitar. Pensou em ado\u00e7\u00e3o at\u00e9 ou quem sabe uma interdi\u00e7\u00e3o. Entrou em contato com v\u00e1rios policiais de diversas guarni\u00e7\u00f5es que ela conhecia: civil, militar, federal, rodovi\u00e1ria. Falou com assistentes sociais, promotor, juiz. Ela tinha que fazer alguma coisa.<\/p>\n\n\n\n<p>Havia uma raz\u00e3o muito forte para Biel viver nessa contradi\u00e7\u00e3o existencial: ele tinha sido estuprado quando pequeno. Quem sofre este tipo de violencia podem reagir de diversas formas: ostracismo, rebeldia, \u00f3dio, pavor, e outro sem fim que fogem ao prop\u00f3sito desta an\u00e1lise. Biel tinha ficado cheio de \u00f3dio pelo momento de impot\u00eancia e submiss\u00e3o for\u00e7ada. Mesmo tendo bons desejos, mesmo sabendo qual era um bom caminho para ele, n\u00e3o encontrara outra forma de express\u00e3o do que esse \u00f3dio mortal numa forma de devolutiva visceral para a sociedade que n\u00e3o o soube cuidar.<\/p>\n\n\n\n<p>Na busca por proteger o Biel, Pamela junto com o promotor, a assistente social e o juiz chegaram \u00e0 conclus\u00e3o de que uma interdi\u00e7\u00e3o poderia ser o apropriado. Com a papelada pronta para a interdi\u00e7\u00e3o e em m\u00e3os a policial foi \u00e0 procura do Biel.<\/p>\n\n\n\n<p>Tarde demais. Biel tinha sido morto de forma violent\u00edssima. Tinha apenas onze anos.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p>A atitude da Pamela \u00e9, sem lugar a d\u00favidas, aquela que mais faz falta na sociedade. A sociedade que nos tocou viver, est\u00e1 rapidamente se degradando para o \u00f3dio e a polariza\u00e7\u00e3o. A incompreens\u00e3o do outro &#8211; em plena \u00e9poca da hiper comunica\u00e7\u00e3o assistida por computador &#8211; roda solta amparada por um falso anonimato e uma pseudo-impunidade.<\/p>\n\n\n\n<p>A coisa mais simples e legalmente correta a ser feita seria o de deixar o Biel crescer desse jeito entrando e saindo de diversas institui\u00e7\u00f5es at\u00e9 que o pr\u00f3prio crime tomasse conta dele ou se tornasse civilmente adulto para responder por algum crime e, ent\u00e3o, trancafiar ele pelo maior tempo poss\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00f3 que Pamela, contrariando a ditadura do \u00f3dio, v\u00e1 ao encontro do desvalido. Consegue perceber atr\u00e1s dessa coura\u00e7a de \u00f3dio e ressentimento um menininho carente, solit\u00e1rio, machucado com uma \u00e2nsia louca pela vida e com bons ideais mas apavorado, em p\u00e2nico.<\/p>\n\n\n\n<p>A estas alturas, os partid\u00e1rios de &#8220;bandido bom \u00e9 bandido morto&#8221; j\u00e1 devem de me estar crucificando pois &#8220;uma vez bandido, bandido para sempre&#8221;. V\u00e3o me dizer que estou vitimizando o agressor mas isso n\u00e3o passa de uma simplifica\u00e7\u00e3o absurda que apenas serve para alimentar mais a roda do \u00f3dio em que vivemos.<\/p>\n\n\n\n<p>Por outro lado, a turma do &#8220;a culpa \u00e9 da sociedade&#8221; j\u00e1 deve estar achando que eu penso desse jeito e culpo aos pais, \u00e0 sociedade, ao governo, ao estado a Deus ao diabo por tudo o que de ruim acontece com a humanidade. N\u00e3o se vista t\u00e3o r\u00e1pido que com certeza n\u00e3o vai querer me acompanhar no restante da viagem.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p>Algumas pr\u00e1ticas que anteriormente eram crimes, hoje j\u00e1 n\u00e3o s\u00e3o mais e outras est\u00e3o indo caminho a deixarem de ser crimes. A sociedade (por ser em maior n\u00fameros que os defensores da lei e da ordem) acaba se impondo mesmo que a escolha dela n\u00e3o seja a melhor ou a mais adequada a longo prazo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Veja o caso de uso de Cannabis. O porte para uso pessoal \u00e9 uma evas\u00e3o \u00e0 regra de que todo tr\u00e1fico de entorpecentes \u00e9 crime. H\u00e1 uma suaviza\u00e7\u00e3o perigosa em que se deixam as fam\u00edlias lutando sozinhas com t\u00e3o grande flagelo. E n\u00e3o me estou referindo ao uso medicinal ou ao uso recreativo ap\u00f3s 24 anos. Me refiro ao uso desenfreado em crian\u00e7as de todas as idades.<\/p>\n\n\n\n<p>Um outro caso que deixou de ser crime e v\u00e1 em vias de deixar de ser chamado de pecado \u00e9 o adult\u00e9rio. Independente das raz\u00f5es que possam impelir uma pessoa a pular a cerca, antes era um crime pass\u00edvel de morte, de cadeia, de multa e agora n\u00e3o \u00e9 nem sequer infra\u00e7\u00e3o. J\u00e1 j\u00e1 vai surgir algu\u00e9m falando que \u00e9 uma &#8220;virtude libertadora&#8221; ou coisa assim.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda conservamos um pouco de dec\u00eancia nos assassinatos. Mas isso \u00e9 porque pode afetar a qualquer um e a qualquer hora. N\u00e3o \u00e9 porque queremos &#8211; como sociedade organizada &#8211; seguir algum mandamento divino ou sequer porque desejemos construir coisas boas e virtuosas. Trata-se apenas de medo. \u00c9 f\u00e1cil descaracterizar o aborto como crime, ou o adult\u00e9rio como crime, ou o uso de entorpecentes como crime pois a chance de que isso passe sob o teto do legislador \u00e9 bem baixa e se acontece, n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o grave como a morte, j\u00e1 que ela vem para ficar permanentemente ao passo que os outros sempre cabe a chance esdr\u00faxulamente hipot\u00e9tica de desfazer o mal perpetrado.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p>Pamela queria acolher o pequeno criminoso. Os atos que ele praticara n\u00e3o se qualificam como atividades extracurriculares do ensino fundamental ou tarefa de casa da escola b\u00edblica da igreja local. Todavia, enxergar al\u00ed outra coisa do que um microcosmos da realidade humana \u00e9 de uma brutalidade e desconhecimento terr\u00edveis.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 em cada um de n\u00f3s tr\u00eas necessidades b\u00e1sicas: Aprova\u00e7\u00e3o, Aceita\u00e7\u00e3o, Apre\u00e7o. (Coloquei as tr\u00eas com A para facilitar a memoriza\u00e7\u00e3o). Em condi\u00e7\u00f5es ideais, uma fam\u00edlia (e por extens\u00e3o a sociedade \u00e0 que pertence) ir\u00e1 entregar essas tr\u00eas coisas para seus participantes em especial os mais novos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 importante mencionarmos isso, porque a palavra <em>acolhida<\/em> para muitas pessoas acaba soando como se fosse sin\u00f4nimo de uma das tr\u00eas ou das tr\u00eas quando se trata de outro termo  que precisa ser explorado.<\/p>\n\n\n\n<p>Se bem as tr\u00eas caracter\u00edsticas est\u00e3o amarradas, n\u00e3o s\u00e3o equivalentes nem uma substitui a outra. Por exemplo, uma filha que sempre foi aprovada por ter notas altas na escola e que \u00e9 aceita devido \u00e0s amizades que tem, mas que nunca recebe um sinal de apre\u00e7o do pai, cresce com uma ideia bem distorcida de si e &#8211; por conseguinte &#8211; da rela\u00e7\u00e3o com os outros, em especial os homens. \u00c9 uma forma complexa de dizer para a menina: &#8220;Voc\u00ea serve apenas para produ\u00e7\u00e3o. N\u00e3o para ser amada&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Pamela escolheu o caminho dif\u00edcil: acolher o pequeno apesar e por causa da sua vida de criminoso. A turma do &#8220;bandido bom \u00e9 bandido morto&#8221; n\u00e3o consegue enxergar o individuo com suas mazelas. Me parece que \u00e9 uma op\u00e7\u00e3o por medo e n\u00e3o por raz\u00e3o. J\u00e1 a turma do &#8220;a culpa \u00e9 da sociedade&#8221; tamb\u00e9m n\u00e3o consegue enxergar o individuo com suas responsabilidades. A vergonha da pr\u00f3pria incapacidade de decidir pelo certo torna este grupo num alvo f\u00e1cil do &#8220;divide e vencer\u00e1s&#8221; ou de &#8220;nivelar pelo mais baixo&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Pamela escolheu o caminho complicado da acolhida que n\u00e3o tem a ver com aprova\u00e7\u00e3o, n\u00e3o tem a ver com aceita\u00e7\u00e3o n\u00e3o tem a ver com apre\u00e7o mas tem muito a ver com o amor sacrificial esperan\u00e7oso. \u00c9 uma forma bem pr\u00e1tica de reconhecer algumas coisas: 1) Sim, a sociedade na sua forma mais b\u00e1sica (a familia) falhou em te proteger, Biel. 2) Sim, voc\u00ea tem um prop\u00f3sito bom, Biel. 3) Sim, do jeito que voc\u00ea est\u00e1 fazendo vai continuar a se machucar e machucar os outros, Biel. 4) Sim, a vida pode ser terrivelmente dura mas estou aqui para te ajudar, Biel.<\/p>\n\n\n\n<p>Pamela n\u00e3o estava aceitando os crimes do Biel, estava aceitando o Biel.<\/p>\n\n\n\n<p>Pamela n\u00e3o estava aprovando as decis\u00f5es do Biel, estava aprovando os sonhos e futuras decis\u00f5es do Biel.<\/p>\n\n\n\n<p>Pamela n\u00e3o estava apreciando esse Biel que machucava os outros mas sim aquele que fora machucado no seu ser mais \u00edntimo e fraco.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p>A acolhida crist\u00e3 deve ter esses componentes em que se permita a um individuo fitar os olhos em Cristo &#8211; apesar de suas decis\u00f5es e desejos errados &#8211; e o fortale\u00e7a nessa caminhada.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A acolhida crist\u00e3 estabelece um padr\u00e3o elevado e respons\u00e1vel de conduta pessoal sem deixar de observar que &#8220;o pecado que t\u00e3o fortemente nos assedia&#8221; faz um estrago tremendo na imagem do ser humano. H\u00e1 um delicado equil\u00edbrio entre o &#8220;fui tentado&#8221; e &#8220;reconhe\u00e7o que cedi&#8221;. Isso \u00e9 assim desde o Eden e n\u00e3o vai mudar at\u00e9 a finaliza\u00e7\u00e3o do estabelecimento do Reino.<\/p>\n\n\n\n<p>A acolhida crist\u00e3 n\u00e3o reduz o n\u00edvel da vara para facilitar a entrada do pecador empedernido. Tamb\u00e9m n\u00e3o alarga a porta para que o camelo possa passar com toda sua carga. A acolhida crist\u00e3 transita o estreito caminho que desvia o pecador da larga estrada que ele est\u00e1 levando elevando o n\u00edvel da sua consci\u00eancia e levando-o a um patamar at\u00e9 ent\u00e3o desconhecido.<\/p>\n\n\n\n<p>A acolhida crist\u00e3 n\u00e3o se espelha na acolhida mundana em que n\u00e3o se chama mais o pecado de pecado por n\u00e3o ter a sociedade qualquer forma de solu\u00e7\u00e3o para dito problema. A acolhida crist\u00e3 passa pelo modelo de Jesus o Messias em que &#8211; por amor a esta sua cria\u00e7\u00e3o &#8211; se aproxima dela em forma humana bem definida e de l\u00e1 resgata os seus para poder levar &#8220;cativa o cativeiro\u201d (Ef 4:8)<\/p>\n\n\n\n<p>Finalmente, \u00e9 necess\u00e1rio lembrar que todo pecado nada mais \u00e9 do que uma express\u00e3o dos desejos mais viscerais do indiv\u00edduo. Isso se aplica \u00e0 pr\u00e1tica do adult\u00e9rio, \u00e0 pr\u00e1tica do assassinato, \u00e0 pr\u00e1tica da homossexualidade, \u00e0 pr\u00e1tica do estupro, \u00e0 pr\u00e1tica do roubo, \u00e0 pr\u00e1tica do abandono da congrega\u00e7\u00e3o mas tamb\u00e9m se aplica ao que anda no cora\u00e7\u00e3o do indiv\u00edduo sem por isso chegar alguma vez a ser praticado e \u00e9 ali onde se desmancha toda a ideia de uma acolhida para continuar a pr\u00e1tica do pecado sem peso na consci\u00eancia, pois \u00e9 l\u00e1 &#8211; no fundo do mais rec\u00f4ndito da nossa identidade &#8211; que Jesus, o Cristo quer ser Rei.&nbsp; Fazer qualquer outra coisa e continuar a chamar de &#8220;cristianismo&#8221; \u00e9 um deboche da f\u00e9 crist\u00e3 j\u00e1 que na f\u00e9 crist\u00e3 o alvo maior \u00e9 a restaura\u00e7\u00e3o do plano original e \u00e9 para l\u00e1 que n\u00f3s vamos.<\/p>\n\n\n\n<p>Junte-se a n\u00f3s: Acolha para transformar.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;COMO \u00e9 poss\u00edvel que ele queira ser policial!?&#8221; bradou Ernesto, &#8220;Olha s\u00f3 o passado que ele tem&#8221;. 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