
Engraçada a vida de um político qualquer, digamos, dos que lhes cabe ocupar a presidência.
Há alguns anos, o atual ex-presidente era tido por um Messias. Ele se pensava como o paladino da justiça; o defensor de valores morais; o arauto da verdade; o mensageiro da liberdade verdadeira e por aí vai.
Agora chega o atual presidente e se julga no direito de dizer que “saímos das trevas” (CNN 19/jan/23 – 14:44). Para onde vamos ao sair das trevas? Bem, para a luz, obvio. Parece ser uma fixação dele usar certas falas que não lhe pertencem. Ele (ao ser preso justamente em 2018) já tentou dizer que tinha virado uma ideia… que deixava de ser um homem para ser uma ideia.
Essas coisas que tem o poder, né? Coisas bem toscas e absurdas como tentar substituir o Cristo na vida prática das pessoas.
É verdade (e a verdade não se lhe nega a ninguém) que se viveu um obscurantismo nos últimos quatro anos. Negar isso, faz parte de um esquema Olavista de pensar em que tudo é uma grande conspiração e que é melhor negar tudo, até os fatos (quanto mais as ideias). Então concordamos com o presidente nisso, mas querer sugerir que a luz vem de mão dada de um político. Senhores….
Em terras distantes há um ditado que diz “A culpa, não é do porco se sim de quem lhe coça as costas” significando que se você tem um porco dentro de casa fazendo o que lhe corresponde por natureza, não se lhe pode atribuir culpa ao procedimento, já que ele se encontra ali, na sala da casa, a convite do proprietário. Então se temos os presidentes que temos tido, é por pura irresponsabilidade nossa e a única forma de reverter isso, é o de dia após dia lembrar que os olhos devem estar fixos em Jesus e seus princípios. Políticos são e devem ser trocados como as fraldas (e pelos mesmos motivos) parafraseando a Eça de Queiroz (talvez)
Assim como no governo anterior muitos foram enganados e levados lenta e piamente a acreditar ser o “enviado”, o “escolhido”, o “separado”, assim também hoje podemos ser levados a crer coisas similares e se não cortamos rente e desde o início, depois é tarde.
Tanto aquele que se achava o Messias, como este outro que se acha a luz, ou a ideia, só tem uma pretensão: substituir a missão e função do Cristo (escolhido em grego) no coração das pessoas.
É missão da igreja lutar ferrenhamente contra isso. Era o que Paulo fazia. Segundo ele em Colossenses 1:13 não era o imperador o que nos resgatava de um poder e nos colocava sob outro, e sim Jesus: Cristo e Logos.
Não interessa se o governo é de esquerda ou de direita, a função da igreja é a de se manter alerta contra essa mimetização muito bem pensada do próprio Cristo.
Pense nisso… rápido